Tinha marcado de falar da belíssima arte nos video games mas achei um texto no youtube de um japonês que exprime quase tudo o que eu quis dizer. Ouça, leia, veja, sinta. É do nosso mundo, e não uma fantasia que se perde.
>>
Owain Bennalack -
"It's evidence that gaming still occupies a cultural ghetto that Shigeru Miyamoto isn't a household name."
If you know anything about videogame music, you know who Nobuo Uematsu is, and consequently, how every other videogame composer lives under the shadow of his legacy. And that's assuming (probably incorrectly) that you're even aware of this esoteric art form, or even that it is one.
The amazing soundtracks that augment the artistic experience of all legendary videogames are wholly unrecognized as credible music just about everywhere and anywhere one can go outside of Japan. The colossal veil of ignorance shrouding the musical brilliance of the genre nods largely to the disgustingly negative connotation its name carries. Videogame music. Ugh. The title itself isn't a bad one, but any potential awareness the general public can muster is hindered by this fierce prejudicial mentality they've erected, registering and thusly stereotyping all videogame music to be characteristic of the computerized blips reminiscent of oldschool games like Frogger. They remain completely oblivious to the full-scale instrumental repertoires responsible for winning over the hearts of the fans of Final Fantasy and Castlevania. That's the initial reason, at least. Videogame music hasn't been like that since forever, but it feels like that initial ignorance has taken foothold and stemmed over to this generation. Videogame music is much more than just music; it's the keystone upon which the level of escapism a game can offer is dependent on.
You'll invariably find that the most legendary games have legendary soundtracks- the mutual compliment is a beautiful sight to behold. Needless to say, it's absolutely crucial that the respective composers responsible for lifting their videogame's experience to such a height have the compositional talent of a 21st century genius. Lamentably, this currently esoteric form of art is not, and at this rate, will not, be appreciated to its full global deserving. Let's not kid each other here, Motoi Sakuraba, Yasunori Mitsuda, and Nobuo Uematsu have written some of the most brilliant pieces of music to ever grace musical history. I can't confine their skill by comparatively speaking in the frame of the past couple decades, which has given birth to the genesis of videogame music. Sakuraba is my Beethoven, Mitsuda my Bach, Uematsu my Mozart.
With this level of unpopularity, dating back mere decades is more than sufficient lack of exposure for these jewels to be buried to the mere sands of time. That videogame music which predates our generation is sitting treasure waiting to be discovered. I, and anyone and everyone else whom shares a common fire for beautiful music, am trying to keep this amazing music alive, by touching your hearts.
The situation as of now: Nobody gives a left nut who Motoi Sakuraba is. White weaboo girls (and the infrequent yet recurring black-weaboo) probably have the highest perception of Japanese culture, which is quite sad because their perception is altogether defined by looking at pictures of transgendered fags like Miyavi and other visual kei artists to satisfy their strangely fostered sense of bisexuality. They remain the predominant medium of "cultured" Americans regarding Japan's cultural domestics.
<<
terça-feira, abril 22, 2008
domingo, abril 20, 2008
4 8 15 16 23 42
Estou com o estômago embrulhado, chorei um tanto, me deu um impeto de contar tudo, e passei por cima dos diversos temas guardados na gaveta. Quando comecei o blog achei que historias de vida se esgotariam em um mês, mas cada vez cavo mais, e tudo tem significado. Pra explicar melhor, vou seguir a ordem cronológica. Previously on LOST.
Não sei quando fiquei tímido. Desde que me lembro, pensava com a cabeça do bem, do capitão planeta, do cavalo de fogo, de que o certo valia um sorriso =) e o mundo ficaria bem. Já estava lá, aquela mania de olhar pessoas e entendê-las como se tivesse que pensar numa solução para todas. E como um espião capturado, os objetos de maior interesse, com os quais gastava maior tempo, me causavam medo, de ser descoberto, de ter que admitir que o eu não me basta. Com meninas muito pior, não cresci com nenhuma, dois irmãos muitos amigos com comandos em ação e um mundo a descobrir. Paixões ansiosas na TV, seria a maria joaquina a culpada afinal?
A primeira que me lembro é a Juliana, um sardenta da pré-escola(5 anos?), e ja não conseguia nem olhar pra ela sem ficar com vergonha, tanto que nem recordo nada além disso. Até os nove, morri de medo da Isabela, Fernanda, da irmã do Ícaro que nem lembro o nome. Era "gostar" que falava. A sensação de gostar de cada uma ainda lembro, frio na barriga com sabor de loira morena, india. Em SJ a mudança do prédio e escola novos, deram uma overdose de janelas a olhar, e queria me enterrar num buraco. Um ano depois (95, 9-10anos), quando senti que baixaram a guarda, ja pesquisava o terreno. Lembro q foi de repente, no início da quinta série constatei aquela sensação. Lembro de virar pra esquerda e olhar pro fundo da sala, e lá estava a menina q me trouxe pro futuro, a Catarina Alvinho.
Via meus amigos gostando de meninas e, como se acompanhando um jogo de futebol, vibrava quando não gostavam dela. Ou quando gostavam e ela empurrava pra outra amiga, nem expliquei o que estava havendo ao meu amigo andré, e como um pinball foi na outra. No flash seguinte a professora de Geo disse: trabalho em grupos de quatro. Levantei antes de perceber o que fazia, agarrei meu gordo amigo pelo braço e fomos até a mesa dela e da amiga escudo, eu disse: -Podemos fazer com vocês? -- Ha, nem sei como, talvez porque minha escola de pinda era adiantada e eu tinha belas notas, só sei que aceitaram com um sorriso. E foi uma das tardes mais marcantes pra minha vida, nós quatro na casa da escudo, de repente filosofando sobre Deus e universo, como qualquer bom 10-anista, olhando para o céu e tomando suco de uva. E viramos bons amigos, até hoje. Mas tinha esquecido da minha tarefa, ter medo. E quando vi, mesmo tão próximo, o medo vinha de dentes na minha garganta quando pensava em dizer o "gosto de voce", muito mais intenso e afiado pelo carinho afetivo. Não tinha plano ou controle algum da situação e das consequências, caminhei em paz tão perto e longe, sem saber a tristeza que eu não merecia. E assim passaram 8 anos, ginasio, colégio, cursinho. Mesmo sem estudar com ela, suspirava quando via que minha melhor amiga da juventude, que conhecia cada traquejo da minha respiração, não me daria um suspiro, nem sabia que devia. Tinha impressão de que seria eu e Deus até o fim, como poderia ser diferente?
Quieto, sonhador, invejoso, excêntrico, no cursinho ninguém saberia de mim não fosse um nome ao lado da nota mais alta de um tal simulado: Vitor Israel. Quem é esse? Perguntaram se eu era o tal, após 2 meses de aula, sim sim. E foi estranho gente que não conhecia olhar e perguntar, comecei a me sentir, mesmo que falsamente, e surgiu uma nova parte da minha personalidade atual, narutesca. Voltei a "gostar" das meninas, primeiro uma gatinha, que jaja será mamãe, depois uma mineira de voz rouquinha que me olhava sem medo, com um interesse diferente. Mas a carga necessária pra virar homem veio com a facul, quando passaram a olhar e me parabenizar onde quer que eu fosse, um avalanche de perguntas de quem sou eu e tinha obtido êxito. Isso malhou meu medinho de porrada de tal forma que eu não sentia mais tanta cautela de pensar os outros e isso seria até importante para minha profissão.
Voltando a São José de alguns meses no espaço, falei com a mineirinha, mas ela estava namorando. Devia ser "mas", porém meu ego continuou conversando e surgiu um cinema. Tudo bem, esse flashback é inédito: tremi o filme todo e dei meu primeiro beijo durante os créditos do Clan das Adagas Voadoras, sim, com dezenove anos, data muito bem escondida e ridicularizada por mim mesmo, nem mesmo a mineirinha fazia idéia, já que sou um talento nato para o cola-beiço (ha huau). Ela só comentou minha avidez pela situação, mal sabia do volume da abstinência. Ela disse que terminaria se eu não a abandonasse e corri cantando pneus. Sim o novo medo do compromisso veio juntinho!
A partir daí, meio que abriu a torneira, a evolução foi exponencial, mesmo com minha personalidade congênita fui chegando e olhando e trazendo pra mim a felicidade que me cabia. Não que isso seja menos ridículo: perdi minha virgindade um mês depois com minha vizinha que pegava 3 caras por minuto, sim eu coube no minuto, pode zoar! Propus namoro a uma menina que ainda tem todas as opiniões diferentes das minhas e é totalmente maluca. Beijei uma pancada de bêbadas e dormi com mais 5 meninas que me deixaram desanimado por: má higiene pessoal; falta de assunto; psicose; fumo; desinteresse; se parecerem demais com a Catarina; feiúra (com licença ms Hypocrisy); inteligência moderada; violência e etc. Fato é que nessa carreira toda não tinha realmente sentido o thrill da Alvinho. Cada experiência foi recheada de diversão e aprendizado, mas sempre estive na defensiva, no controle de mim mesmo e da importância da situação. Achei que estava evoluindo para estar pronto para o real fight. Mas nada disso.
Na semana mais feliz dos ultimos anos, saí com uma amiga, Leila, que há meses achei bonita, depois só legal, depois muito legal, depois os dois. Não achei que era pra mim, muitos fans no orkut e na vida, inteligente e nunca baixa a bola, seria claro, outra Catarina e não queria chegar nesse ponto infeliz novamente. Blasései o quanto pude mas a cada brecha dava aquela coceirinha. Até que um encontro foi marcado. Tremendo frio na barriga e planejamento nunca visto, a teoria encontrando a ação, carreer-threatening match, vai busão. Bom, Ótimo, N sei, Sorriso, Cara séria, em cada piscar de olhos eu tentava tatear o que estava acontecendo, não consegui ser eu mesmo nervoso, naquele pico de telhado que equilibra entre "não ligo não deu" com "pode dar certo, meu deus". Dois encontros, dois finais de dia sem saber se tinha sido bom nem o grau de ironia em tudo que foi dito. Nesta última vez, esta insegurança abriu a guarda para um superkick do medo e lembrei de toda a vida. E pensei que se tivesse dado certo antes seria uma vida totalmente diferente, e o quanto esta oportunidade pode me mudar pra sempre. Sem resposta doeu a barriga e chorei. Está tudo bem mas continuo perdido, sem saber quem manda nesta bendita ilha. É, doctor nerd, tem que mostrar a que veio ao mundo, e enquanto esse bonitão do Sawyer se dá bem, a gente procura nossa Freckles.
Não sei quando fiquei tímido. Desde que me lembro, pensava com a cabeça do bem, do capitão planeta, do cavalo de fogo, de que o certo valia um sorriso =) e o mundo ficaria bem. Já estava lá, aquela mania de olhar pessoas e entendê-las como se tivesse que pensar numa solução para todas. E como um espião capturado, os objetos de maior interesse, com os quais gastava maior tempo, me causavam medo, de ser descoberto, de ter que admitir que o eu não me basta. Com meninas muito pior, não cresci com nenhuma, dois irmãos muitos amigos com comandos em ação e um mundo a descobrir. Paixões ansiosas na TV, seria a maria joaquina a culpada afinal?A primeira que me lembro é a Juliana, um sardenta da pré-escola(5 anos?), e ja não conseguia nem olhar pra ela sem ficar com vergonha, tanto que nem recordo nada além disso. Até os nove, morri de medo da Isabela, Fernanda, da irmã do Ícaro que nem lembro o nome. Era "gostar" que falava. A sensação de gostar de cada uma ainda lembro, frio na barriga com sabor de loira morena, india. Em SJ a mudança do prédio e escola novos, deram uma overdose de janelas a olhar, e queria me enterrar num buraco. Um ano depois (95, 9-10anos), quando senti que baixaram a guarda, ja pesquisava o terreno. Lembro q foi de repente, no início da quinta série constatei aquela sensação. Lembro de virar pra esquerda e olhar pro fundo da sala, e lá estava a menina q me trouxe pro futuro, a Catarina Alvinho.
Via meus amigos gostando de meninas e, como se acompanhando um jogo de futebol, vibrava quando não gostavam dela. Ou quando gostavam e ela empurrava pra outra amiga, nem expliquei o que estava havendo ao meu amigo andré, e como um pinball foi na outra. No flash seguinte a professora de Geo disse: trabalho em grupos de quatro. Levantei antes de perceber o que fazia, agarrei meu gordo amigo pelo braço e fomos até a mesa dela e da amiga escudo, eu disse: -Podemos fazer com vocês? -- Ha, nem sei como, talvez porque minha escola de pinda era adiantada e eu tinha belas notas, só sei que aceitaram com um sorriso. E foi uma das tardes mais marcantes pra minha vida, nós quatro na casa da escudo, de repente filosofando sobre Deus e universo, como qualquer bom 10-anista, olhando para o céu e tomando suco de uva. E viramos bons amigos, até hoje. Mas tinha esquecido da minha tarefa, ter medo. E quando vi, mesmo tão próximo, o medo vinha de dentes na minha garganta quando pensava em dizer o "gosto de voce", muito mais intenso e afiado pelo carinho afetivo. Não tinha plano ou controle algum da situação e das consequências, caminhei em paz tão perto e longe, sem saber a tristeza que eu não merecia. E assim passaram 8 anos, ginasio, colégio, cursinho. Mesmo sem estudar com ela, suspirava quando via que minha melhor amiga da juventude, que conhecia cada traquejo da minha respiração, não me daria um suspiro, nem sabia que devia. Tinha impressão de que seria eu e Deus até o fim, como poderia ser diferente?
Quieto, sonhador, invejoso, excêntrico, no cursinho ninguém saberia de mim não fosse um nome ao lado da nota mais alta de um tal simulado: Vitor Israel. Quem é esse? Perguntaram se eu era o tal, após 2 meses de aula, sim sim. E foi estranho gente que não conhecia olhar e perguntar, comecei a me sentir, mesmo que falsamente, e surgiu uma nova parte da minha personalidade atual, narutesca. Voltei a "gostar" das meninas, primeiro uma gatinha, que jaja será mamãe, depois uma mineira de voz rouquinha que me olhava sem medo, com um interesse diferente. Mas a carga necessária pra virar homem veio com a facul, quando passaram a olhar e me parabenizar onde quer que eu fosse, um avalanche de perguntas de quem sou eu e tinha obtido êxito. Isso malhou meu medinho de porrada de tal forma que eu não sentia mais tanta cautela de pensar os outros e isso seria até importante para minha profissão.Voltando a São José de alguns meses no espaço, falei com a mineirinha, mas ela estava namorando. Devia ser "mas", porém meu ego continuou conversando e surgiu um cinema. Tudo bem, esse flashback é inédito: tremi o filme todo e dei meu primeiro beijo durante os créditos do Clan das Adagas Voadoras, sim, com dezenove anos, data muito bem escondida e ridicularizada por mim mesmo, nem mesmo a mineirinha fazia idéia, já que sou um talento nato para o cola-beiço (ha huau). Ela só comentou minha avidez pela situação, mal sabia do volume da abstinência. Ela disse que terminaria se eu não a abandonasse e corri cantando pneus. Sim o novo medo do compromisso veio juntinho!
A partir daí, meio que abriu a torneira, a evolução foi exponencial, mesmo com minha personalidade congênita fui chegando e olhando e trazendo pra mim a felicidade que me cabia. Não que isso seja menos ridículo: perdi minha virgindade um mês depois com minha vizinha que pegava 3 caras por minuto, sim eu coube no minuto, pode zoar! Propus namoro a uma menina que ainda tem todas as opiniões diferentes das minhas e é totalmente maluca. Beijei uma pancada de bêbadas e dormi com mais 5 meninas que me deixaram desanimado por: má higiene pessoal; falta de assunto; psicose; fumo; desinteresse; se parecerem demais com a Catarina; feiúra (com licença ms Hypocrisy); inteligência moderada; violência e etc. Fato é que nessa carreira toda não tinha realmente sentido o thrill da Alvinho. Cada experiência foi recheada de diversão e aprendizado, mas sempre estive na defensiva, no controle de mim mesmo e da importância da situação. Achei que estava evoluindo para estar pronto para o real fight. Mas nada disso.Na semana mais feliz dos ultimos anos, saí com uma amiga, Leila, que há meses achei bonita, depois só legal, depois muito legal, depois os dois. Não achei que era pra mim, muitos fans no orkut e na vida, inteligente e nunca baixa a bola, seria claro, outra Catarina e não queria chegar nesse ponto infeliz novamente. Blasései o quanto pude mas a cada brecha dava aquela coceirinha. Até que um encontro foi marcado. Tremendo frio na barriga e planejamento nunca visto, a teoria encontrando a ação, carreer-threatening match, vai busão. Bom, Ótimo, N sei, Sorriso, Cara séria, em cada piscar de olhos eu tentava tatear o que estava acontecendo, não consegui ser eu mesmo nervoso, naquele pico de telhado que equilibra entre "não ligo não deu" com "pode dar certo, meu deus". Dois encontros, dois finais de dia sem saber se tinha sido bom nem o grau de ironia em tudo que foi dito. Nesta última vez, esta insegurança abriu a guarda para um superkick do medo e lembrei de toda a vida. E pensei que se tivesse dado certo antes seria uma vida totalmente diferente, e o quanto esta oportunidade pode me mudar pra sempre. Sem resposta doeu a barriga e chorei. Está tudo bem mas continuo perdido, sem saber quem manda nesta bendita ilha. É, doctor nerd, tem que mostrar a que veio ao mundo, e enquanto esse bonitão do Sawyer se dá bem, a gente procura nossa Freckles.
terça-feira, abril 15, 2008
Ritchie Blackmore's Rainbow - Temple Of The King
There in the middle of the people
He stands
Seeing, feeling
With just a wave of a strong right hand
He's gone
To the temple of the king!
Que lindo
segunda-feira, abril 14, 2008
Seguro, dê saúde
Hoje aplaudi sozinho um filme q passou na sala de aula, "Sicko" do Michael Moore. O pessoal riu por multiplas razões acho.
1) Vêem que o filme é muito tendencioso e defendem a seriedade no jornalismo ou "documentarismo", seriedade acho que no sentido de só ganhar com a verdade nua, que dar a impressão de que existe bem e mal é muito difícil de relacionar com a realidade. Até concordo que isso é mais aplicável e puro de "viéses", mas acho que a dificuldade e limitação argumentativa que traz, normalmente não vale o esforço, O Príncipe tem certa pressa, eu tb.
2) São contra a opinião do filme, que retrata o capitalismo selvagem na área da saúde que nega atendimento justo a muitos assegurados que caem em micro-cláusulas, como doença venérea prévia (coitada da mulher). Moore sugere que o governo americano está de acordo com os lucros em detrimento do atendimento, apontando doações feitas por seguradoras de saúde a congressistas, discursos bizarros, etc. Alguns da sala ja moraram nos EUA, então pode ser que viveram uma realidade diferente.
3) O autor não estava lá, então whatsthepoint. Oras, aplaude-se a idéia também, de modo que os colegas saibam que é apreciada, não importa se o autor está navegando por aí. Lembra, pensar macro e agir localmente, se não damos boa importância à graça na tela, pois ninguém está olhando então aí que ninguém vai olhar. Hoje mesmo aplaudi a abertura do DVD do Yanni em casa, com sorte meus subordinados ouviram e capturaram o feeling comigo.
4) Não me levam a sério mesmo. Talvez minha fama de fanfarrão continue assolando o quarto ano, já que poucos me viram andando por aí sério, de sapato branco! Assim, talvez meu apluso denigra a imagem do filme por associação. Espero que o bom filme melhore a minha imagem por associação então, será possível gostar das coisas por interesse em que gostem de você? Me sentiria traído pirando numa menina que levianamente escreve "gosto de Whitesnake" no orkut(show dia 7 maio), mesmo porque é dificil saber o nome e não gostar mesmo. E tem a velha história de a máscara se tornar sua personalidade. Mas que eu gostei gostei! Ligou de novo aquela chama de trabalhar pelo coletivo, dando mais gás(Alias, Classical Gas) na minha carreira, pelo menos por hoje.
5) São completos depravados, cabeças de geléia, que riem randomicamente. Só pode ser isso.
1) Vêem que o filme é muito tendencioso e defendem a seriedade no jornalismo ou "documentarismo", seriedade acho que no sentido de só ganhar com a verdade nua, que dar a impressão de que existe bem e mal é muito difícil de relacionar com a realidade. Até concordo que isso é mais aplicável e puro de "viéses", mas acho que a dificuldade e limitação argumentativa que traz, normalmente não vale o esforço, O Príncipe tem certa pressa, eu tb.
2) São contra a opinião do filme, que retrata o capitalismo selvagem na área da saúde que nega atendimento justo a muitos assegurados que caem em micro-cláusulas, como doença venérea prévia (coitada da mulher). Moore sugere que o governo americano está de acordo com os lucros em detrimento do atendimento, apontando doações feitas por seguradoras de saúde a congressistas, discursos bizarros, etc. Alguns da sala ja moraram nos EUA, então pode ser que viveram uma realidade diferente.3) O autor não estava lá, então whatsthepoint. Oras, aplaude-se a idéia também, de modo que os colegas saibam que é apreciada, não importa se o autor está navegando por aí. Lembra, pensar macro e agir localmente, se não damos boa importância à graça na tela, pois ninguém está olhando então aí que ninguém vai olhar. Hoje mesmo aplaudi a abertura do DVD do Yanni em casa, com sorte meus subordinados ouviram e capturaram o feeling comigo.
4) Não me levam a sério mesmo. Talvez minha fama de fanfarrão continue assolando o quarto ano, já que poucos me viram andando por aí sério, de sapato branco! Assim, talvez meu apluso denigra a imagem do filme por associação. Espero que o bom filme melhore a minha imagem por associação então, será possível gostar das coisas por interesse em que gostem de você? Me sentiria traído pirando numa menina que levianamente escreve "gosto de Whitesnake" no orkut(show dia 7 maio), mesmo porque é dificil saber o nome e não gostar mesmo. E tem a velha história de a máscara se tornar sua personalidade. Mas que eu gostei gostei! Ligou de novo aquela chama de trabalhar pelo coletivo, dando mais gás(Alias, Classical Gas) na minha carreira, pelo menos por hoje.
5) São completos depravados, cabeças de geléia, que riem randomicamente. Só pode ser isso.
segunda-feira, novembro 12, 2007
The Big Boss
- Master Yoda: Master Qui-Gon. More to say have you?
- Qui-Gon Jinn: With your permission, my master, I have encountered a vergence in the Force.
- Master Yoda: A vergence, you say?
- Mace Windu: Located around a person?
- Qui-Gon Jinn: A boy. His cells have the highest concetration of midi-chlorians I have seen in a life-form. It was possible he was conceived by the midi-chlorians.
- Mace Windu: You refer to the prophecy of The One who will bring balance to the Force. You believe it's this boy?

Dos meus nove anos, havia o Vinícius, chefe da turminha. Esse era puro talento. Não brigava com ninguém pra mandar mas, por seu bom futebol, seu bom planejamento de abordagem de garotas, sua habilidade de negociar com os gigantes de 16 anos, ele chegou a um ponto que ninguém questionava o que ele dizia. Ele que selecionava os alvos dos nossos ataques, era uma bela máfia que os pais nem ouviam falar, haha. Eu mesmo que sempre parei pra pensar, notava e não reclamava, era um bom trabalho. Seu governo do prédio me proporcionou uma infância com todo tipo de artimanha recreativa, de escalar paredes a destruí-las.
O Conrado, ainda meu amigão, era um pouco diferente. Ele não era tão nato quanto o Vinny, e eu via ele puto com isso muitas vezes. Ele falava com os órgãos externos e ainda é muito criativo, não entendo o que diferia.. bom, talvez o futebol... a única idéia fraca que me vem é dele sendo pouco atleta, deve ser isso. Engraçado, uma característica que parece não muito a ver com tomada de decisões pinta na cabeça assim de primeira, percebe? Vou chegar nisso. Assim, depois que ele começou a tocar violão e liderar a banda da sala ficou bem mais culhudo.
No 3o colegial tinha a Ju, uma loira cor-de-rosa que tinha o diálogo mais aberto com os professores e um bonito sotaque carioca (raro em São José, daí bonito). Acho um bom exemplo de charme pessoal angariando poder, anote aí: seduzir para conquistar.
Já na facul, o primeiro líder que reconheci foi o Pepê, diretor da atlética na ocasião. E por que não alguém do CA, algum professor ou colega mais velho? Pois ele já se apresentava com seguidores em volta, a recepção fica dominada pela atlética, ele tinha até musiquinha pra ensinar. Ponto pra porcada.
Tudo bem, tem o Salvador, que dava a ultima palavra no centro acadêmico. Ele fala manso e sempre foi muito formador de opinião, graduando bons amigos meus. Esse era quintanista, machista, comedor, e outra vez muito bom em falar com as autoridades.
A Tomie, uma reclamona que aprendi a gostar, representante de sala por vontade própria. Como disse no texto do Mahna Mahna, é ouvida por meter pau em tudo, e não acho errado.
O Phil, presidente(agora ex) da Empresa Jr. Ele sim é puro esforço. O Phil começou todo maluco, com boné verde-limão, fala cheia de cacoetes e pouca objetividade. E mudou tudo isso focando absurdamente na empresa e correndo atrás de tudo. Ganhou contatos com todas esferas de poder, conhecimento em processos diversos, teve idéias ótimas e botou a Jr. pra funcionar de verdade, foi style.
Então ja deu pra ter uma idéia. Habilidade superior (mesmo que em campo que não importe), saber falar com pessoas importantes, saber reclamar, criatividade, dar exemplo de trabalho duro, charme pessoal (que inclui falar e ouvir bem), adquirir seguidores, utilizar bem o poder que ja tem, são todas características aparentemente importantes na formação de um bom líder.
Quanto a mim, muitas características minam minhas qualidades e o burro empaca. Olha o drama. Eu faço brincadeiras com tudo, o que tira toda a seriedade do meu discurso, é compulsivo. Fico nervoso ao falar em público, inadmissível. Não despontei como melhor em nada, fico no mediano em quase tudo. Fico subestimando os outros, assim não utilizo bem o trabalho em equipe, e juntamente com a falta de charme, acabo não fazendo amigos nem amigas. Não sei perder, tento mas o carinho por tudo que faço me faz o sangue subir quando falho. À falta de estudo desarma por fim o respeito que já poderia ser contruído na carreira. Pelo menos eu consigo notar esses problemas, imagine os que eu não vejo.E preciso correr com isso. A faculdade está acabando, a hora de abraçar o mundo teoricamente está chegando, e não mudaremos nada sendo operários (olha o Lula). Penso em fazer gestão em saúde, mas como posso notar por aí, os doutores não vão escutar um mero gestor. Ser um bom médico vai ser a peça-chave pra conseguir juntar uma galera pra fazer algo. Por isso o quarto ano de medicina vai ter de ser sério, pois é minha vida que está em jogo. And:
- Tony Montana: Me, I want what's coming to me.
- Manny: Oh, well what's coming to you?
- Tony Montana: The world, Chico, and everything in it.
tags
características,
foco,
líder,
liderança,
medicina,
mudar o mundo
quarta-feira, outubro 31, 2007
Kids, listen to the story..
Desde friends e suas piadas sobre tudo, que não gostava de uma comédia tanto assim. Foi paixão a primeiro episódio. A história é simples: um pai contando aos filhos como conheceu a mãe, uma história que ja está na terceira temporada (passa no Brasil na FOX life acho, mas baixo em torrent). O legal é que enquanto o paizão (Ted) conta, a trama se desenrola em flashbacks e comentários que ja sabem o que vai acontecer, logística muito interessante que eu nunca tinha visto.
Junte nesse bolo um personagem fanfarrão e mulherengo, e interpretado por um ator de outro mundo, e você ja começa a ver the big picture. Neil Patrick Harris vive Barney, o ser mais engraçado do universo, e nem é um dinossauro roxo! Ele tem o ego nas estrelas, tem uma energia solteirística que eu invejo e leva a série nas costas. E muito bem. Esse trecho é do episódio novo da terceira temp, ri mointo.
O mais legal de tudo é que no final dos episódios você não sente que riu a toa, fica uma sensção boa de paixão e amizade, temas trabalhados o tempo todo, enquanto o simpático arquiteto procura sua futura esposa e vive encontros mais engraçados que os do Ross, Chandler e Joey juntos. How I met your mother. Tem que assistir!
E com essa abertura bonita que sempre cai mto bem!
Junte nesse bolo um personagem fanfarrão e mulherengo, e interpretado por um ator de outro mundo, e você ja começa a ver the big picture. Neil Patrick Harris vive Barney, o ser mais engraçado do universo, e nem é um dinossauro roxo! Ele tem o ego nas estrelas, tem uma energia solteirística que eu invejo e leva a série nas costas. E muito bem. Esse trecho é do episódio novo da terceira temp, ri mointo.
O mais legal de tudo é que no final dos episódios você não sente que riu a toa, fica uma sensção boa de paixão e amizade, temas trabalhados o tempo todo, enquanto o simpático arquiteto procura sua futura esposa e vive encontros mais engraçados que os do Ross, Chandler e Joey juntos. How I met your mother. Tem que assistir!
E com essa abertura bonita que sempre cai mto bem!
segunda-feira, outubro 29, 2007
Mahna Mahna!!

Na mesma semana que minhas ações subiram no meu conceito, comecei a sentir uma bela mudança. Reclamei com um estranho! Algo que normalmente eu engulo me bateu como se da minha vontade dependessem as leis escritas. Ninguém parecia se importar, por que iria eu? Mas eu não quis mais pensar assim, e querer pensar é importante, você é seu piloto. E pronto, intervi no mundo, whoa! Pode zoar, mas eu sou tímido e chamar a atenção com coisas sérias não costuma ser meu negócio, costumo deixar pros outros, apesar de ser o primeiro a ver a merda vindo. Que bobeira. É só gritar: merda! Hoje em dia é dificil acreditarem se eu gritar merda, mas a culpa é minha por ficar de fanfarrice o tempo todo. Mas isso deve mudar aos poucos. A graça ta em jogar riso pros outros e não se preocupar com problemas. Ao passo que foco na minha vontade as graças tendem a ficarem mais escassas e melhores. Pois eu não acho graça em nem metade do que fico rindo por aí, é muito tosco! Essa idéia de focar em você te mantém atento a até onde vai sua diversão e a hora de ir fazer algo melhor. Sabe o carpe diem? é carpe O SEU diem!
Então. Acho textos falando só de mim chatos de escrever.. Mas a idéia é mostrar que o quanto dá pra ser mais importante se você se julga importante, e mete a boca no trombone. Vai ouvir críticas, eu mesmo ja falei mal de amigas representantes de sala só porque elas reclamam de tudo. Oras, se eu acho mais chato as reclamações do que o problema, meter-me-ei. Reclame delas com elas e reclame do problema mais eficientemente que elas, é muito simples e dá menos transtornos emocionais. No time dos reclamantes você pode ser você a vontade, é ótimo.
Então reclame, melhor e mais alto do que o mundo todo. Se as coisas não tão certas é porque você tá economizando saliva, tá compreendiiido?! E tira essa roupa preta e comenta o texto playboyzinho de merda! Amém.
domingo, outubro 28, 2007
Habemos Chester I
Me conforta pensar que quando propago meus pensamentos eles têm mais chance de sobrevivência e atuação. Que quem tem muitos amigos não precisa se preocupar com a morte pois sua semente está espalhada no mundo e não sumirá nem sob golpes que rasgariam o céu. E pra se espalhar você precisa cair na vida, botar a boca no mundo. Isso dá animo pra minha preocupação com os amigos e os que eles andam fazendo. Diminuiu minha tendência familiar a ermitão.
No começo achei que tava indo muito bem, me intrometendo na vida dos outros e planejando comportamentos alheios. Um puta trabalho se for pra ser bem feito, mas quem assiste death note (assiste pq mangá sem música não desce mais!) sabe até onde uma boa pensadela pode nos levar. Melhorei e afiei um tanto minha argumentação de bonzinho, chegando a ofender descaradamente o gosto alheio (foi incomodo pra mim mas foi auto defesa, n aguentei) e o velho detalhamento crítico me acompanhou. Só que pesquisas de mercado não mostraram a diminuição no aquecimento global como previsto em meu protocolo. E fiquei imaginando por que.
Me parece que, como eu, o povo esquece de pensar com a cabeça. Então as argumentações não afetam o miolo, o emocional e não mudam o que eu queria mudar. Mesmo com toda quebração de cabeça. Droga.
De repente me ocorreu algo que eu ja sabia e não estava associando: this is my story! Esqueci de mim mesmo quando negociava com outros. Oras, não adianta jogar as informações, o que pega o emocional é sua importância como fonte! Se o Papa falou tá falado, então bora ser o Papa! Isso me voltou à perspectiva de ermitão, mas com bons propósitos. Se eu não me curto pacas ou cuido de mim, eu não consigo a moral pro segundo passo que é afetar o ambiente. Isso me deu carta branca pra fazer minhas diversões doidas novamente, e consciência da minha importância. Parece besta se considerar que não mudou muita coisa, mas o bom malandro sabe o porquê das coisas! E com reflexões assim que a gente cria material pra espalhar no mundo. Que ser sem saber é coisa de sapo de pelúcia. Que bicho você quer ser colega?
No começo achei que tava indo muito bem, me intrometendo na vida dos outros e planejando comportamentos alheios. Um puta trabalho se for pra ser bem feito, mas quem assiste death note (assiste pq mangá sem música não desce mais!) sabe até onde uma boa pensadela pode nos levar. Melhorei e afiei um tanto minha argumentação de bonzinho, chegando a ofender descaradamente o gosto alheio (foi incomodo pra mim mas foi auto defesa, n aguentei) e o velho detalhamento crítico me acompanhou. Só que pesquisas de mercado não mostraram a diminuição no aquecimento global como previsto em meu protocolo. E fiquei imaginando por que.

Me parece que, como eu, o povo esquece de pensar com a cabeça. Então as argumentações não afetam o miolo, o emocional e não mudam o que eu queria mudar. Mesmo com toda quebração de cabeça. Droga.
De repente me ocorreu algo que eu ja sabia e não estava associando: this is my story! Esqueci de mim mesmo quando negociava com outros. Oras, não adianta jogar as informações, o que pega o emocional é sua importância como fonte! Se o Papa falou tá falado, então bora ser o Papa! Isso me voltou à perspectiva de ermitão, mas com bons propósitos. Se eu não me curto pacas ou cuido de mim, eu não consigo a moral pro segundo passo que é afetar o ambiente. Isso me deu carta branca pra fazer minhas diversões doidas novamente, e consciência da minha importância. Parece besta se considerar que não mudou muita coisa, mas o bom malandro sabe o porquê das coisas! E com reflexões assim que a gente cria material pra espalhar no mundo. Que ser sem saber é coisa de sapo de pelúcia. Que bicho você quer ser colega?
sábado, maio 19, 2007
Frescura é sentar no frutilly
Milhares de anos de misticismo, tentativa e erro primordial, muitas vezes sem saber que se errava. Tudo isso ficou para tras. A medicina virou ciência, mediu e fotografou as próprias células e sistemas. Testamos novos tratamentos com a maior cautela estatística, para descartar as benfeitorias do acaso. Tudo leva a crer que a prática clínica estaria toda mapeada, ja que as unidades de funcionamento são conhecidas. Mas, claro, longe disso.Apesar de grandes problemas da saúde humana ja terem sido solucionados, grande parte ainda não tem explicação exata, apenas tratamento. A dificuldade está na dinâmica dos processos, que não podem ser vistos ao microscópios, apenas verificados após hipóteses brilhantes. Um dos grandes eventos sem explicação na atualidade é a somatização. Quando um paciente hígido, afetado por nervosismo ou ansiedade, começa a sentir dores e outros sintomas sem causa biológica aparente, muitos se esquecem das bases científicas de suas formações e menosprezam tais pacientes, argumentando discretamente que se trata de simples "piti".
Ora, se a visão humanística traz benfícios à pratica médica, este caso certamente não se inclui. Diminuir a importância de um sintoma pelo simples desconhecimento de causa nos remete novamente ao antigo misticismo e falsa eficiência do ato médico. A somatização não é obra espiritual nem fingimento, é um processo patológico que provavelmente, em tempo, será devidamente estudado juntamente com outros mistérios da mente, como o poder curativo da fé.
Resta aos assistentes em atividade procurar com responsabilidade a solução do quadro, mesmo que sem
explicação causal. Para isso, medicamentos contra ansiedade ou até mesmo uma anamnese com caráter humanístico se mostram bastante eficientes, portanto não podem ser descartados. Assim, mesmo com o atraso científico, a função médica se vê cumprida, o que é o mais importante.Da hora vai ser qdo o corpo for tão destrinchado que a idéia de não tratar como uma máquina a ser consertada não servirá de nada, pois os próprios aspectos psicológico e humanisticos serão variáveis sob controle para a melhora do paciente. Daí virão grandes questões éticas de individualidade.. mas tamos aí pra discutir né. Uma vez q a ciência e a "bondade" se interrelacionem explicitamente para os mesmos fins, espero não precisar mais ficar argumentando com homeopatas teimosas por aí. Bebamos ao futuro, saúde!
quarta-feira, abril 25, 2007
I Curso Introdutório da Liga da Justiça


Então é assim. Vo la na palestra do cidadão (um cara mto simpatico, que, apesar de gostar do que se faz ser requisito para passar uma boa imagem de palestrante, parece sim gostar do que faz), ele fala um monte de coisas motivacionais, me arranca lágrimas e me faz até recomendar palestras e livros dele pros meus leitores. É Rodrigo Cardoso o nome da figura, engenheiro/psicólogo. Entao eis que o psicologo faz seu teste de Xisinho e o somatório afirma q sou um líder 40% popular, 20% energético, 30% perfeccionista e 10% sereno. Me senti lendo horoscopo, quando tudo fala o que vc quer ouvir de qqer forma. Eu diria q sou um popular sem publico, um energético que dorme antes de todo mundo, um perfeccionista com pós em acochambramento e sei la, um sereno que canta metal, haha. Pra variar,as coisas lindas do mundo continuam não abalando a certeza de que sou quem eu quiser, e isso da uma sensaçao de culhão, de maioridade. Não só com garotas (beijo lindas da minha vida), mas também com amigos, professores, família, empresa! Parece que quanto mais eu dou a cara a tapa, mais de pau ela fica; se uma vez me chamavam de CDF quero esse título denovo e com outro sentido! E que seja de Adamantium, pq meus amigos nao vão suportar alguém mediano no grupo, assim espero.
Esse documento não prova nada, só prova que minha teoria de começar a perguntar o que o Rael faria pra sair dessa está começando a surtir efeito e, preguiça de lado, vejo que as grandes soluções eu ja tenho comigo ou sei buscá-las se realmente o quiser. Misturando o carpe diem do palestrante psicólogo com o questionamento do professor psiquiatra sobre o quanto quero ser herói, estou traçando meus superpoderes para salvar o mundo. Digo que o mundo está bom, mas se perguntar pro Ayrton Senna, pro Bernardinho, eles hão de misturar os elementos, me dar um tapa na orelha e gritar:
Vai Rael!

E eu vou hein
Vem comigo mano! E principalmente com voce mesmo!
domingo, abril 15, 2007
Maybe it's the tatoo on your arm
Todo dia descubro algo muito louco e novo. Anteanteanteontem conheci essa menina, cantando uma historinha de acreditar no mundo e rebeldia, historinha que me fez aplaudir a tela do pc de emoção. Morena né, amo, cantando lindamente, amo, atuando com a música, amo, e a música, é a música. É tudo do jeito q eu enxergo o gostar da música, da pessoa. Olho vivo, riso com gosto, humildade com manha de dizer "wheres my coffee?".
As coisas que a gente gosta parecem ser assim, parecidas com o nosso conceito de certo, parecidas com a gente. Daí devem vir paixões a primeira vista, seja por musicas, carros, comidas, etc. Tipo um espelho cautelosamente disfarçado. Mas se queremos racionalmente achar esse espelho vamos procurar aonde? Me disseram que paixão não se escolhe, ela vem. Mas ja achei coisas bem legais procurando aonde me pareceu justo. Quem gosta do que eu gosto me acharia aonde? Em casa? tudo bem q deixo a janela bem aberta, mas ela é pros fundos! Ja sei, vou fazer um blog e falar de tudo q eu penso, dai quem le pode se identificar e ser identificado. Porque I'm not a thief and a whore e tb n sou normal. Ouve ae e se apaixone por ela e por mim tb.
quinta-feira, abril 12, 2007
De Metido
Sobre a med jr. É a empresa jr da medicina usp, ou seja, orgão que se propõe a dar experiência com mercado de trabalho da profissão que se almeja, no caso, medicuzinhos. Fundada ha uns 5 anos, mas sem estatuto nem cnpj ainda(no caso o responsavel por isso sou eu), a jr bateu de frente com os animos da maioria da faculdade ao propôr que parassem para pensar na medicina tambem como ganha pão e nas responsabilidades que isso traz. Acusados de capitalistas sanguinolentos, rachamos a cabeça tentando instituir atividades dignas de respeito, como projeto social, visitas, liga de gestão e saúde, palestras e eventos futuros. Sei que me divirto muito pensando e falando com gente de mente aberta sobre um assunto que julgo tão importante quanto a técnica médica: a administração da sua e demais tecnicas médicas. Ja disse que não se vive sozinho, e é triste ver gente mergulhando numa mentalidade de aprender tudo, trabalhar pq sempre tem emprego e de certo modo mandar o mundo pastar. Essa certeza de renda dos médicos atravanca não somente a remuneração do profissional, mas, muito mais gritantemente, a qualidade do atendimento. Voce vai, atende, o paciente ou o serviço pagam, falo valeu, foda-se, e jaja alguem fica doente denovo entao foda-se. Ver o macro da coisa é fundamental pra fazer direito e atuar nesse aspecto te da um sentimento de equipe, de humildade muito maior. Ao inves de estar ganancioso por maiores salarios, me sinto mais impelido a trabalhar bem pra ser uma boa peça na maquina, ou ser o cara que bota a graxa no bagulho, ainda nao decidi bem...talvez os dois. Medicina é uma delicia. Tudo é muito loco! Comi mto chocolate. Go Farmacooo
domingo, março 25, 2007
domingo, março 18, 2007
Segura Amarra Segura Que Loucura
Oi, belo dia, bom filme, haha, é... NADA DISSO Ela sempre pode botar o holofote na situação e da lhe água fria: você só quer sexo. Meu jeitão naturalista costumava não negar isso, quer saber, só quero isso mesmo, vc é uma escrota, fala serio. Acontece que se minto perco o tesão. Se digo que amo, e ela fuma, meu sorriso fadiga na segunda tentativa. E isso custa caro, bem caro, custou inclusive felicidade, que achei estar assegurada pela maldita verdade. Eis que o mentiroso congenito, nao consegue fingir tambem que só quer sexo, e ser um cafajeste como grandes amigos orientais. Come uma uma duas tres, duas denovo, mas ao mesmo
tempo, e eu só como poeira Acha q morro de inveja? Sim claro. PERO nao vontade de ser ele. Assim como todos os prazeres, eu respiro feeling, e quem me conhece sabe que respiro de monte. E nao é diferente com a pele na pele. De que vale aglomerar numeros, se voce nao se amolece, nao paga pau. Tenho convicçao de que a felicidade é relativa, e essa relaçao tem q ser de superioridade, pra ser demais. Nunca gozei como no dia em que estreiei a ocarina do tempo, absoluto mutoloco em todos os aspectos, podia cavalgar para sempre! @_@ Hum.. O ponto é que também gosto de gostar, e sexo tem de ser assim. Tudo bem que todo dia de manha no metro fico querendo descascar a bananinha com grande parte das secretárias da paulista(hahah), PERO não quero perder o tesão por uma das melhores coisas da vida, como foi a banalizaçao de games de aventura, que cada vez menos me sensibilizam. Nao que tenha coraçao mole, até tenho, mas isso é tambem uma decisao lógica de manter o tonus! Garota, se quer parar de me chamar de cafajeste, faça direito e me faça te chamar de meu amor!
Está aberta a temporada de amores fodas:Garotas,
IMPRESS ME!
Só por uma noite
Rael - Girl You Got Something says:
me achei num domingo aqui, sem video game, sem festa, sem vontade de nada, enjoado de musica de internet, com unha encravada doendo nao me deixando correr nem jogar bola
Rael - Girl You Got Something says:
tedio master!! esqueci o harry potter em sp
Rael - Girl You Got Something says:
sabe o que fiz, abri o neuroanatomia funcional e to na pag 10
cris says:
pra...
Rael - Girl You Got Something says:
pra saber
Rael - Girl You Got Something says:
ate q é gostoso estudar casualmente
Rael - Girl You Got Something says:
se eu nao fosse tao viciado em tudo talvez gostasse de me dedicar
Rael - Girl You Got Something says:
mas sou apaixonado por musica, por aventuras, e pessoas, como diz meu orkut =)
Rael - Girl You Got Something says:
isso vai prejudicar minah carreira!
Rael - Girl You Got Something says:
bah!
Rael - Girl You Got Something says:
e pra que carreira sem amores
Rael - Girl You Got Something says:
sei la, eu queria ser o melhor sempre, mas apesar de ver o caminho, to ca unha encravada
Rael - Girl You Got Something says:
haha achoq vo por isso no blog
me achei num domingo aqui, sem video game, sem festa, sem vontade de nada, enjoado de musica de internet, com unha encravada doendo nao me deixando correr nem jogar bola
Rael - Girl You Got Something says:
tedio master!! esqueci o harry potter em sp
Rael - Girl You Got Something says:
sabe o que fiz, abri o neuroanatomia funcional e to na pag 10
cris says:
pra...
Rael - Girl You Got Something says:
pra saber
Rael - Girl You Got Something says:
ate q é gostoso estudar casualmente
Rael - Girl You Got Something says:
se eu nao fosse tao viciado em tudo talvez gostasse de me dedicar
Rael - Girl You Got Something says:
mas sou apaixonado por musica, por aventuras, e pessoas, como diz meu orkut =)
Rael - Girl You Got Something says:
isso vai prejudicar minah carreira!
Rael - Girl You Got Something says:
bah!
Rael - Girl You Got Something says:
e pra que carreira sem amores
Rael - Girl You Got Something says:
sei la, eu queria ser o melhor sempre, mas apesar de ver o caminho, to ca unha encravada
Rael - Girl You Got Something says:
haha achoq vo por isso no blog
sábado, março 10, 2007
E eu os declaro acorrentados pt 2
O amigo dele foi passear, apesar de toda insistência para que quebrasse tudo. Então ele suava, vítima das possibilidades, que bebiam pinga com mel na sua frente. Ela, uma gracinha, gente boa bagarai, daquelas que só burro larga (^^). Ele, veterano de namoro, no momento com a melhor amiga, tinha um historico de ser abordado por garotas, e pelo que consta, não era de dizer não. E larguei eles sozinhos. E deu no que deu. Ora, não pergunte pra mim!
Eles são brancos, eles que se entendam. Tudo bem que eu torço o nariz quando os amigos comprometidos desanimam todos meus planos, mas ainda sim quero que sejam felizes namorando ou não. Poderia ter segurado o acontecido se eu fosse neurotico sobre o assunto, mas mesmo sob um ponto de vista neutro acho que não interviria. Essa coisa de namoro é mto complexa..
Fim de festa, eu feliz, amigo nem tanto. Apesar de um procurar alguem legal pra ficar sempre junto, o que ja achou da outra procurada. Entao o que? A procura é que está gravada em nossa genética? Depois de um mes ja nem lembro das emoções daquele dia, a menina nunca mais vi, falei com ela e não tive assunto. O amigo continua procurando, mas tem estado num vácuo que ja não sei se valeu a pena.. Seria mais fácil se pudesse procurar comprometido..felicidade pra todo mundo, jatos de amor, hahah
Mas quem quer ser feliz
Vo ali procurar e já volto
^^
Eles são brancos, eles que se entendam. Tudo bem que eu torço o nariz quando os amigos comprometidos desanimam todos meus planos, mas ainda sim quero que sejam felizes namorando ou não. Poderia ter segurado o acontecido se eu fosse neurotico sobre o assunto, mas mesmo sob um ponto de vista neutro acho que não interviria. Essa coisa de namoro é mto complexa..
Fim de festa, eu feliz, amigo nem tanto. Apesar de um procurar alguem legal pra ficar sempre junto, o que ja achou da outra procurada. Entao o que? A procura é que está gravada em nossa genética? Depois de um mes ja nem lembro das emoções daquele dia, a menina nunca mais vi, falei com ela e não tive assunto. O amigo continua procurando, mas tem estado num vácuo que ja não sei se valeu a pena.. Seria mais fácil se pudesse procurar comprometido..felicidade pra todo mundo, jatos de amor, hahah
Mas quem quer ser feliz
Vo ali procurar e já volto
^^
sexta-feira, março 02, 2007
E eu os declaro acorrentados pt 1
Que noite. Depois de um dia animal de pré-carnaval, eu mais parceiro devidamente beijados por garotas apaixonantes cruzavamos a Paulista na volta ao lar. Ja nostalgicos com o acontecido, discutimos o futuro do nosso universo, eu tentando suavizar e melhorar o prognóstico, como todo bom mentiroso congênito. Vamos lá.
Após dias de espera, pude começar a desenhar meu terceiro ano, minha capelinha vaticana, que com Aquário recem pintado ja tá uma graça. Oculos escuros, protetor solar (aula de dermato botando pavor), caretas ao espelho pra insuflar o ego-sama, uma bela escovada de dentes ao som de Cold Day in Hell, puro POWER UP, a missão não ia ser brincadeira. Bata e olhos brilhando, chegamos a atletica, um alvoroço de bateria, cerveja e gatinhas totalmente desconhecidas, todas me procurando atras das lentes niegras. Rio nervoso, saio procurando gente conhecida pra esquentar a eloquência. Oi pra uma, pra outra (repare no descaso com os homens, estratégia instintiva porém duvidosa, pensarei nela em outra ocasião), vejo as meninas judiando de seus tamborins, elas trouxeram amigas, oi oi oi, 'bêjo-prazer, rael', oi menina quebra-tudo, quanto tempo, blablabla, vo ali pegar uma cerveja...
E pronto. Personalidade 2 ligada, um golinho de cerveja, um riso pro nada, todo mundo ficou mais legal, especialmente eu. Se ela dança, eu danço, se eu nao ando logo... Meu amigo dizendo cata ela logo! Eu só no encosta encosta, forró no meio do axé (coisa de otro parceiro, elas nunca negam), mas sem o aproach certeiro. Dai vem um cidadão com uma garrafa de pinga com mel, ela toma no biquinho e eu viaaajo. Dai não aguentei mais e... saí fora. Bom, não gosto de amigos olhando o que tou fazendo, nao sei se é por vergonha, eu travo. Então meu parceiro ficou la quebrando tudo e fui fazer amizades. Neste ponto o dia toma forma.
Engraçado como pipocam conhecidos no meio de festa, eu dei oi pra uma aqui, uma ali, mas não tava dando liga. Sentei e pedi arrego, sentou uma moça do lado no mesmo estado. DAQUI: Cansada tb? To desanimada, minhas amigas não tao dançando, ora vamos la então, forró no axé, direto na boca, fechei os olhos, a amiga gritou ele ta sangrando em você! (Sim, me recordo de tomar um tapa ou algo assim de alguem, parei de fungar, sangrei na mina, nem acreditei) Agarrei ela, corri pro banheiro masculino, ela ainda nao entendendo nada, nao tinha visto, disse ei ei aí nao, achando q eu tava de sacanagem haha. Passei um papel nela e dei tchau, certo de que ela nao iria me aturar denovo. ATÉ AQUI se passaram uns 2 minutos, demorei uns 10 no banheiro processando o acontecido e rindo e contando a historia pra todo mundo q entrava. Sangrei na miiina maaano! haha. Limpinho, fui caçar o parceiro pra seguir em frente. Vi ela sentada fui pedir desculpas e dar tchau, mas ela nao estava brava suficiente. Um bom político tem jogo de cintura instantâneo, abri o sorriso e sentei. Foi aí q reparei nela. Tinha algo muito familiar e muito bom acontecendo, uma quentura batia pequenas asas dentro do meu estomago. Ah que sujeira. Ela tem aquele jeito e sorriso que só as Negrinis e as Negrões costumavam ter, e eu nem lembrava como era gostoso de ficar olhando e viajando nas paixões de mil anos atrás. Ela deve ter achado engraçado eu ficar parado q nem bocó(eu podia ter atropelado o gato do kiko), mas nem teve tempo de perguntar, beijei com toda vontade de ser feliz e dei parabens para o sol que coloria esse dia foda. Shiiiiiine!
Após dias de espera, pude começar a desenhar meu terceiro ano, minha capelinha vaticana, que com Aquário recem pintado ja tá uma graça. Oculos escuros, protetor solar (aula de dermato botando pavor), caretas ao espelho pra insuflar o ego-sama, uma bela escovada de dentes ao som de Cold Day in Hell, puro POWER UP, a missão não ia ser brincadeira. Bata e olhos brilhando, chegamos a atletica, um alvoroço de bateria, cerveja e gatinhas totalmente desconhecidas, todas me procurando atras das lentes niegras. Rio nervoso, saio procurando gente conhecida pra esquentar a eloquência. Oi pra uma, pra outra (repare no descaso com os homens, estratégia instintiva porém duvidosa, pensarei nela em outra ocasião), vejo as meninas judiando de seus tamborins, elas trouxeram amigas, oi oi oi, 'bêjo-prazer, rael', oi menina quebra-tudo, quanto tempo, blablabla, vo ali pegar uma cerveja...
E pronto. Personalidade 2 ligada, um golinho de cerveja, um riso pro nada, todo mundo ficou mais legal, especialmente eu. Se ela dança, eu danço, se eu nao ando logo... Meu amigo dizendo cata ela logo! Eu só no encosta encosta, forró no meio do axé (coisa de otro parceiro, elas nunca negam), mas sem o aproach certeiro. Dai vem um cidadão com uma garrafa de pinga com mel, ela toma no biquinho e eu viaaajo. Dai não aguentei mais e... saí fora. Bom, não gosto de amigos olhando o que tou fazendo, nao sei se é por vergonha, eu travo. Então meu parceiro ficou la quebrando tudo e fui fazer amizades. Neste ponto o dia toma forma.
Engraçado como pipocam conhecidos no meio de festa, eu dei oi pra uma aqui, uma ali, mas não tava dando liga. Sentei e pedi arrego, sentou uma moça do lado no mesmo estado. DAQUI: Cansada tb? To desanimada, minhas amigas não tao dançando, ora vamos la então, forró no axé, direto na boca, fechei os olhos, a amiga gritou ele ta sangrando em você! (Sim, me recordo de tomar um tapa ou algo assim de alguem, parei de fungar, sangrei na mina, nem acreditei) Agarrei ela, corri pro banheiro masculino, ela ainda nao entendendo nada, nao tinha visto, disse ei ei aí nao, achando q eu tava de sacanagem haha. Passei um papel nela e dei tchau, certo de que ela nao iria me aturar denovo. ATÉ AQUI se passaram uns 2 minutos, demorei uns 10 no banheiro processando o acontecido e rindo e contando a historia pra todo mundo q entrava. Sangrei na miiina maaano! haha. Limpinho, fui caçar o parceiro pra seguir em frente. Vi ela sentada fui pedir desculpas e dar tchau, mas ela nao estava brava suficiente. Um bom político tem jogo de cintura instantâneo, abri o sorriso e sentei. Foi aí q reparei nela. Tinha algo muito familiar e muito bom acontecendo, uma quentura batia pequenas asas dentro do meu estomago. Ah que sujeira. Ela tem aquele jeito e sorriso que só as Negrinis e as Negrões costumavam ter, e eu nem lembrava como era gostoso de ficar olhando e viajando nas paixões de mil anos atrás. Ela deve ter achado engraçado eu ficar parado q nem bocó(eu podia ter atropelado o gato do kiko), mas nem teve tempo de perguntar, beijei com toda vontade de ser feliz e dei parabens para o sol que coloria esse dia foda. Shiiiiiine!
quarta-feira, janeiro 24, 2007
Novela dos 9
Aline diz vamos a Itarandu, Cris reclama de não ser convidada, Rael piora a situação apontando feridas, Mari chama Rael de ridiculo, Clau nunca vai, Demo saiu pra correr, Bahia tá ocupado, Jonas tá sussa, casado e careca, Katinha achou mutoloco.
Mari falou praia, Rael falou sim, Aline falou não, Demo saiu pra correr, Bahia disse algo sobre um mamute, Jonas e Katinha estão felizes, Clau e Cris valem meio voto.
Clau tem o mau humor de Aline, que tem a teimosia de Cris, que tem a miação de Rael, que tem a solteirisse de Demo, que tem a lábia de Bahia, que tem a fatídica aliança de Jonas e Katinha, que têm andado muito com Rael, que precisa dormir.
Nossa, esse carnaval vai ser uma droga.
Mari falou praia, Rael falou sim, Aline falou não, Demo saiu pra correr, Bahia disse algo sobre um mamute, Jonas e Katinha estão felizes, Clau e Cris valem meio voto.
Clau tem o mau humor de Aline, que tem a teimosia de Cris, que tem a miação de Rael, que tem a solteirisse de Demo, que tem a lábia de Bahia, que tem a fatídica aliança de Jonas e Katinha, que têm andado muito com Rael, que precisa dormir.
Nossa, esse carnaval vai ser uma droga.
Watashi wa ERO desu!

Como fazer um mundo certo? Cortando o mal? Mas o que é o mal? Quem vai cortá-lo? Se você pudesse trazer o fim da hipocrisia com um simples movimento, você o faria? Imagino se discussões prolongadas sobre direitos humanos são saudáveis a longo prazo, enquanto ainda hoje me roubam o relógio na rua. Será que não são apenas mais discussões metológicas que por definição não saem do lugar? (anote seu nome na lista, mas fora essa regra ng ta nem aí..) Dizer que o mal está em todo lugar seria loucura, pois todos que sentiram o gosto de um vingancinha seriam culpados e viveriamos como religiosos, não dá.. Eu me julgo capaz de dizer quem presta, a menos que provem o contrario, a justiça nao pode ser rancorosa né.. Então esse cara, Light, acha um livro no qual qualquer nome escrito leva à morte do nominado. Acontece que ele é um geniozinho que não baixa a bola pra nada, e decide levar o jogo aos extremos da possibilidade. Pelos noticiários catastróficos de sempre, ele começa a escrever o nome dos bandidos famosos da tv, e passa um rodo na criminalidade, certo de ser o certo. Cai a polícia mundial na cabeça dele. E L. Um genio igualmente perceptivo, do outro lado do interesse. A Batalha deles você confere em Death Note,
sexta-feira, janeiro 19, 2007
De noite todos os gatos são niegros
Era uma vez nas férias um gato niegro que olhava pra lua, pensando na caçada do dia. Porque a fome que sentira pela tarde o lembrava de muitas coisas das quais se esquecia quando pleno. O futuro, a opinião, o sussa parecem criancinhas quando a realidade o segura pelas canelas e lhe explica numa fração de palito que não é bem assim. A dor de barriga, a pressa, a carga horária, anda, tá todo mundo olhando!
Quando era filhote se convenceu de que não mudaria a perspectiva, só a aumentaria, visão
MACRO nunca é demais. Esse olho não vem de graça, claro. Ele o vicia de um modo que parece o único jeito de andar por aí, inclusive para os outros, e o mundo vira uma vigília constante, e a pupila do gato dilata, tá todo mundo olhando!
E eis que o gato mora escondido e vive em cima do muro, balizando a realidade com pernas rapidas, pulando por cima dos problemas, saindo apenas com leves escoriações porque o cadarço estava desamarrado. Seu mundinho com entretenimento a la carte parece tranquilo seguro, até canta por detrás do lcd, seus olhos brilhantes agora vermelhos devido à constante leitura e perseguição do "mouse" (nada de cicico). click save click rock, tá todo mundo online!
Nada de sete vidas, a realidade no pé o endurece todo dia. Ele ainda não gosta dos problemas, mas adquirir knowhow é uma beleza! Com bigodes naturalmente bem podados e felizes, vai miando alto pela noite, apesar disso nao agradar os amigos em muitos sentidos...
Uma vida tenho pra viver
Sete chances, tenho de vencer!
Faminto, saio do mato
Eu sou o Nieegro Gato
Quando era filhote se convenceu de que não mudaria a perspectiva, só a aumentaria, visão
MACRO nunca é demais. Esse olho não vem de graça, claro. Ele o vicia de um modo que parece o único jeito de andar por aí, inclusive para os outros, e o mundo vira uma vigília constante, e a pupila do gato dilata, tá todo mundo olhando!E eis que o gato mora escondido e vive em cima do muro, balizando a realidade com pernas rapidas, pulando por cima dos problemas, saindo apenas com leves escoriações porque o cadarço estava desamarrado. Seu mundinho com entretenimento a la carte parece tranquilo seguro, até canta por detrás do lcd, seus olhos brilhantes agora vermelhos devido à constante leitura e perseguição do "mouse" (nada de cicico). click save click rock, tá todo mundo online!
Nada de sete vidas, a realidade no pé o endurece todo dia. Ele ainda não gosta dos problemas, mas adquirir knowhow é uma beleza! Com bigodes naturalmente bem podados e felizes, vai miando alto pela noite, apesar disso nao agradar os amigos em muitos sentidos...
Uma vida tenho pra viver
Sete chances, tenho de vencer!
Faminto, saio do mato
Eu sou o Nieegro Gato
Assinar:
Postagens (Atom)